O setor de motofrete vem crescendo exponencialmente nos últimos anos. Segundo dados do IBGE, centenas de milhares de profissionais atuam hoje no transporte por aplicativo e nas entregas urbanas.
Alguns relatórios apontam que as entregas de última milha (etapa final do processo da cadeia de suprimentos) devem crescer fortemente, atingindo 16,5 bilhões de dólares até 2034.
Toda essa expansão trouxe mudanças significativas para esse mercado. Se antes a preocupação era apenas ter uma moto rodando pelas ruas, em 2026, a gestão de frotas de motofrete será guiada por dados, sustentabilidade e pela busca por equipamentos que reduzam o custo total de propriedade.
Considerando o panorama atual, a iCbras Baús para Motos preparou este material como fonte de orientação para que você possa se destacar nos próximos anos. Use essas informações para antecipar mudanças, otimizar operações e manter a competitividade no curto e médio prazo.
5 tendências do setor de motofrete para 2026
Com o crescimento acelerado do delivery e do e-commerce, quem quer se destacar no mercado de entregas vai se deparar com as seguintes tendências:
1. Redução do custo total de propriedade
Escolher pelo menor preço nem sempre é sinônimo de bom negócio. Como ninguém gosta de perder dinheiro, muitos motofretistas optam por soluções com preço inicial mais elevado, pois o valor percebido ao longo do tempo compensa o investimento.
Antes de comprar um novo acessório, como um baú, é preciso analisar o custo total de propriedade ao longo do ciclo de vida do ativo.
Esse comparativo entre preço e benefícios envolve:
- Durabilidade estrutural do acessório;
- Resistência a impactos e uso intenso;
- Baixa necessidade de manutenção;
- Impacto do peso no consumo de combustível;
- Valor residual na revenda.
Embora esses pontos possam ser básicos, em operações de alto volume, pequenas diferenças podem gerar impacto significativo no resultado final.
2. Integração com tecnologia
Em 2026, a tecnologia não será aplicada apenas na estrutura da moto. O sistema de conectividade também estará presente no compartimento de carga.
Seja por exigência dos marketplaces ou por querer oferecer o melhor serviço, frotistas têm buscado soluções que integrem o baú ao ecossistema digital da empresa, possibilitando maior controle das operações com atualizações em tempo real.
Assim, nos próximos anos, será preciso adotar tecnologias como:
- Sensores de abertura de portas;
- Monitoramento de temperatura para cargas que necessitam de refrigeração;
- Câmeras traseiras integradas;
- Rastreamento de carga;
- Alertas de violação ou tentativa de furto;
- Travas acionadas por aplicativo ou sensor de presença para reduzir o tempo de parada;
- Sensores que monitoram o volume ocupado e ajudam no controle, roteirização e entrega.
Diante desse cenário, as tendências do setor apontam que o baú se tornará um componente estratégico para toda a operação. A Amazon, por exemplo, vem implementando uma tecnologia em que o pacote é sinalizado com uma luz verde para reduzir o tempo que o entregador leva para encontrar a mercadoria.
3. Sustentabilidade e metas ESG
A agenda ESG vem se tornando, cada vez mais, uma métrica financeira. Muitas empresas e gestores de frotas têm buscado alternativas menos poluentes e mais amigáveis à natureza, como as motos elétricas.
Diante disso, baús fabricados com materiais ultraleves e aerodinâmicos têm sido os mais buscados pelos motofretistas. Atualmente, os fornecedores de baús são avaliados por:
- Uso de materiais recicláveis;
- Processos produtivos com menor emissão de gases e poluentes;
- Durabilidade que reduz a necessidade de descarte;
- Cadeia de suprimentos responsável.
4. Segurança operacional e ergonomia
O fator humano continuará sendo o centro das organizações. Gestores entendem que entregadores menos cansados trabalham com maior segurança e são mais produtivos.
Além disso, acidentes e afastamentos geram custos elevados. Por isso, opções que reduzem o desgaste físico e os riscos de acidentes, como baús projetados para manter equilibrado o centro de gravidade da moto, são os mais recomendados.
Outro ponto é a busca por baús com faixas refletivas de alta visibilidade e pontos de fixação para luzes auxiliares de LED, visando segurança em operações noturnas.
5. Customização para diferentes operações
A crescente expansão do delivery e das entregas fez com que o mercado de motofrete se tornasse mais segmentado. Vestuário, alimentos, farmacêutico, bebidas e logística fracionada têm demandas distintas. Nesse sentido, a flexibilidade é um diferencial competitivo.
Para atender mercados distintos, as tendências do setor de motofrete apontam uma busca maior por baús que tenham como características:
- Modularidade;
- Divisórias internas;
- Sistemas de refrigeração integrados;
- Soluções para carga seca, isotérmica ou refrigerada;
- Layouts personalizados para rotas urbanas.
Para além das tendências de 2026
Uma coisa é certa: as tendências podem mudar de tempos em tempos, mas o relacionamento entre fabricantes e clientes tende a se tornar cada vez mais próximo e estratégico.
Empresas que se antecipam às tendências conseguem reduzir custos, aumentar a produtividade e oferecer um serviço mais confiável aos clientes.
A iCbras desenvolve baús em PEAD pensados para serem mais leves, resistentes e preparados para operações profissionais de entrega. Essas características correspondem às demandas atuais e são itens que continuarão sendo importantes para os próximos anos.
Por isso, converse com nossos consultores, entenda mais sobre nossos baús e como estamos prontos para seguir as exigências e tendências do mercado.